
Como primeiro post de um blog intitulado “Viver é Foda” decidi falar um pouco sobre o que essa coisa de blog representa pra mim, antes mesmo de falar sobre mim (o que claro, vai merecer um post inteiro).
Não sou dos que acreditam que essa coisa de blog é uma perda de tempo. Na verdade gosto de acessar frequentemente blogs, comentar e tudo mais com alguma assiduidade, desperdiço ao menos 1 hora do meu dia com esse passatempo de gosto duvidoso. Tenho condições em dizer que existem alguns muito bons e outros tantos totalmente no sense, mas em geral não há como negar que, independente da qualidade, é algo desafiador.
Assim como aconteceu comigo, por mais certeza que você tenha sobre o que será seu o blog certamente você irá se deparar com questões existenciais básicas: O que? Pra que? Por quê?
De cara, já começamos com a tarefa hardcore de encontrar um nome legalzinho adequando a uma URL disponível e o conteúdo que você pretende publicar. Em seguida, vem o que escrever nos posts para deixa-lo atraente e atrair visitantes: Algo engraçado sem ser idiota. Do tipo superinteressante sem parecer nerd demais.
No meu caso - Viver é Foda - significa exatamente o que quer dizer: Tudo, absolutamente tudo que envolve a vida em seu rodo cotidiano. Nem vou entrar muito nisso, vários posts futuros irão abordar essas tretas com mais calma.
Bem, mas sem dúvida alguma, o ponto crucial em criar um blog é acreditar com toda a força que você terá assunto, digo algo verdadeiramente original e ao mesmo tempo interessante o tempo todo para manter essa ideia de blog por muito tempo, isso porque muito do que infesta a blogosfera nada mais é do que um CTRL+ C / CTRL+V grotesco e viral. Pouquíssimos são os blogs que criam pelo menos 50% de conteúdo original e divertido.
Outro fator fundamental (e totalmente ligado ao primeiro) é a popularidade, pois por menores que sejam suas aspirações você espera pessoas leiam, comentem e critiquem o que você escreve. De que adianta ter um blog e ninguém ler e comentar? Aí é onde entramos num outro ponto crucial e determinante de um blog - O Por que.
Muitos pensam que essa onda de blog é apenas mais uma modinha para pseudo-famosos, ou gente atoa, ou intelectuais, antissociais, com vida sedentária ou que se acham muito engraçadas (vítimas de bullying também já se enquadram nessa fatia) que acreditam que sua vidinha tediosa ou suas ideias são interessantes às outras pessoas.
Para outros (o mundo real de Matrix) um blog é papo reto: coisa de gente divertida, criativa, crítica cômica, cética - e com vida sedentária - que encontram nesse espaço uma válvula de escape, a cordinha da descarga perfeita para expor, explicar, questionar, criticar, zuar ou simplesmente Ser-do-Contra todas as questões dessa nossa vida mundana moderna e cheia de frescurinhas.
Eu particularmente estou (ou gostaria de estar) inserido nesse ultimo caso. Não que eu me considere uma pessoa altamente criativa ou inteligente, mas desde que lembro sempre gostei de escrever, sempre preferi me expressar mais escrevendo que falando e também por ser um cara observador e crítico que sempre coloca uma interrogação em tudo. Enfim, me sinto muito bem escrevendo, criando, às vezes também controlcê-controlvezeando também algumas coisinhas porque ninguém é perfeito e desde que o mundo é mundo tudo se copia, tudo se imita, isso acontece com todo ser vivo que habita este planeta.
É! Tá vendo como essas tretas sempre geram discussão?! Mas muita calma nessa hora, e siga-me os bons!
Tudo será revelado e discutido sem tarja preta, mas agora não é hora pra dar pano pra essa manga ainda, ainda não, aliás acho que como primeiro post está bom até demais, se eu tiver assunto para postar três ou quatro vezes por semana e em um mês já não estiver de saco cheio disso já me dou por satisfeito.
A conferir.